The Future of Journalism: Communications, Technology, and the Internet

Foi realizada na semana passada uma audiência realizada pelo Senado americano envolvendo a criação de um subcomitê chamado The Future of Journalism: Communications, Technology, and the Internet.

Além do vídeo integral do evento, clicando no nome de cada palestrante é possível baixar a transcrição em PDF de cada exposição.

http://commerce.senate.gov/public/index.cfm?FuseAction=Hearings.Hearing&Hearing_ID=7f8df1a5-5504-4f4c-ba34-ba3dc3955c6

Destaco, especialmente, a exposição de Steve Coll, ex-editor do Washington Post e James Moroney, CEO do Dallas Morning News. Eles vão exatamente em cima da crise sem precedentes dos grandes jornais americanos, aproveitando a oportunidade para fazer um lobby no Senado em busca de algum tipo de respaldo legal que permita a sobrevivência dos grandes jornais que ainda não fecharam as portas.

Por outro lado, uma vice-presidente do Google faz uma avaliação de como os produtos e serviços da empresa, especialmente o Google News, ao contrário do que muitos pensam, acabam contribuindo para o aumento do número de leitores e incremento de receita oriunda da publicidade dos jornais. Finalmente, destaco alguns trechos da palestra da co-fundadora do The Huffington Post, que se assemelha ao que penso, não só para o jornalismo, como para a indústria do cinema e da música, que se dizem tão afetadas pela Internet.

Like any good news story, let me start with the headline: Journalism Will Not Only Survive, It Will Thrive. Despite all the current hand wringing about the dire state of the newspaper industry — well-warranted hand wringing, I might add — we are actually in the midst of a Golden Age for news consumers.

Can anyone seriously argue that this isn’t a magnificent time for readers who can surf the net, use search engines, and go to news aggregators to access the best stories from countless sources around the world — stories that are up-to-the-minute, not rolled out once a day? Online news also allows users to immediately comment on stories, as well as interact and form communities with other commenters. Since good journalism plays an indispensable role in our democracy, we all have a vested interest in making sure that our journalistic institutions continue producing quality reporting and analysis. But it’s important to remember that the future of quality journalism is not dependent on the future of newspapers.

But what won’t work — what can’t work — is to act like the last 15 years never happened, that we are still operating in the old content economy as opposed to the new link economy, and that the survival of the industry will be found by “protecting” content behind walled gardens.

And the answer can’t be content creators attacking Google and other news aggregators.

No, the future is to be found elsewhere. It is a linked economy. It is search engines. It is online advertising. It is citizen journalism and foundation-supported investigative funds. That’s where the future is. And if you can’t find your way to that, then you can’t find your way.

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