The Future of Journalism: Communications, Technology, and the Internet

11/05/2009

Foi realizada na semana passada uma audiência realizada pelo Senado americano envolvendo a criação de um subcomitê chamado The Future of Journalism: Communications, Technology, and the Internet.

Além do vídeo integral do evento, clicando no nome de cada palestrante é possível baixar a transcrição em PDF de cada exposição.

http://commerce.senate.gov/public/index.cfm?FuseAction=Hearings.Hearing&Hearing_ID=7f8df1a5-5504-4f4c-ba34-ba3dc3955c6

Destaco, especialmente, a exposição de Steve Coll, ex-editor do Washington Post e James Moroney, CEO do Dallas Morning News. Eles vão exatamente em cima da crise sem precedentes dos grandes jornais americanos, aproveitando a oportunidade para fazer um lobby no Senado em busca de algum tipo de respaldo legal que permita a sobrevivência dos grandes jornais que ainda não fecharam as portas.

Por outro lado, uma vice-presidente do Google faz uma avaliação de como os produtos e serviços da empresa, especialmente o Google News, ao contrário do que muitos pensam, acabam contribuindo para o aumento do número de leitores e incremento de receita oriunda da publicidade dos jornais. Finalmente, destaco alguns trechos da palestra da co-fundadora do The Huffington Post, que se assemelha ao que penso, não só para o jornalismo, como para a indústria do cinema e da música, que se dizem tão afetadas pela Internet.

Like any good news story, let me start with the headline: Journalism Will Not Only Survive, It Will Thrive. Despite all the current hand wringing about the dire state of the newspaper industry — well-warranted hand wringing, I might add — we are actually in the midst of a Golden Age for news consumers.

Can anyone seriously argue that this isn’t a magnificent time for readers who can surf the net, use search engines, and go to news aggregators to access the best stories from countless sources around the world — stories that are up-to-the-minute, not rolled out once a day? Online news also allows users to immediately comment on stories, as well as interact and form communities with other commenters. Since good journalism plays an indispensable role in our democracy, we all have a vested interest in making sure that our journalistic institutions continue producing quality reporting and analysis. But it’s important to remember that the future of quality journalism is not dependent on the future of newspapers.

But what won’t work — what can’t work — is to act like the last 15 years never happened, that we are still operating in the old content economy as opposed to the new link economy, and that the survival of the industry will be found by “protecting” content behind walled gardens.

And the answer can’t be content creators attacking Google and other news aggregators.

No, the future is to be found elsewhere. It is a linked economy. It is search engines. It is online advertising. It is citizen journalism and foundation-supported investigative funds. That’s where the future is. And if you can’t find your way to that, then you can’t find your way.


STF e CNJ firmam parceria com o Google

05/05/2009

Esta é sem dúvidas uma excelente iniciativa, na medida que permitira a todos os cidadãos, incluindo os integrantes da comunidade jurídica, que acompanhem os julgamentos de interesse no STF na hora e local de preferência.

O STF será a primeira Suprema Corte a disponibilizar conteúdo no YouTube. Durante audiência na tarde desta segunda-feira (4), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, recebeu o diretor-geral do Google para a América Latina, Alexandre Hohagen, e o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais da empresa no Brasil, Ivo da Motta Azevedo Corrêa. Eles firmaram parceria para utilização de ferramentas tecnológicas desenvolvidas pelo Google com o objetivo de melhorar a comunicação do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com a sociedade. Uma das propostas é a criação de um canal do YouTube para o STF e para o CNJ a fim de que as pessoas possam acessar as informações veiculadas pela TV Justiça sobre as atividades que essas instituições têm desenvolvido.

A intenção é que o internauta acesse, por exemplo, vídeos dos julgamentos pela Internet em qualquer hora e lugar. Com a cooperação tecnológica também se pretende viabilizar projetos do CNJ e criar ferramentas para a melhoria da comunicação institucional das duas Casas, com a busca de informações a processos e integração de juízes e advogados em todo o país. “Atualmente, a Justiça brasileira conta com cerca de 15 mil magistrados que, por meio desse projeto, poderão trocar experiências e nivelar o conhecimento”, disse Ivo Corrêa, ressaltando que a programação da TV Justiça poderá ser acompanhada a qualquer momento, com possibilidade de download, o que resultará na “desobstrução de toda a banda do Supremo que tem sido bastante utilizada porque a TV Justiça é muito acessada, tem uma grande demanda”. Um grupo foi formado para discutir as prioridades e implementar o projeto em curto prazo. A operação será da TV Justiça, cabendo ao Google disponibilizar a plataforma.

Fonte: STF


Ministério Público Federal Denuncia Usuário do Orkut

04/05/2009

O Ministério Público Federal de São Paulo denunciou no final do mês de Abril um usuário do Orkut. Segundo O MPF, R.C., de 21 anos, teria praticado e estimulado discriminação racial e religiosa. O denunciado fazia parte da comunidade Mate um Negro e Ganhe um Brinde. Em um tópico de discussões desta comunidade, R.C., teria defendido a eliminação d todos eles e proibir a internet gratis sei la como eh neh siegheil camaradas (sic). A posição do procurador Sérgio Suiama é bastante pertinente e coaduna-se com o a ação descrita neste post, com inicial aqui reproduzida e sentença proferida recentemente. Segundo Suiama, a Procuradoria da República em São Paulo já ajuizou outras ações por crimes de ódio praticados na internet. Os usuários brasileiros precisam saber que a internet não é ‘terra de ninguém’, e que os crimes cometidos no Orkut serão investigados e punidos, na forma da Lei


Escritórios de Advocacia Brasileiros no Twitter

06/03/2009

O Twitter ainda dá seus primeiros passos no Brasil. Ainda que de forma muito tímida, já é possível observar um pequeno número de escritórios de advocacia utilizando esta nova ferramenta para divulgar sua prática e disponibilizar notícias relevantes, ajudando na captação de clientes e no enriquecimento do cenário jurídico brasileiro.

No exterior, o Twitter já está presente no cotidiano dos escritórios de advocacia há algum tempo. Neste link, é possível acessar uma listagem com as maiores firmas estrangeiras que integram o serviço.

O objetivo deste post é justamente divulgar e manter atualizada a relação de escritórios brasileiros com presença no Twitter. Caso conheça algum que não está listado, deixe um comentário!

Abaixo a lista das firmas nacionais com presença no Twitter em 06/03/2009.

Covac Sociedade de Advogados: http://twitter.com/advcovac

Baranchini Advocacia: http://twitter.com/baracchini

Vargas Advogados: http://twitter.com/vargasadvogados

Marlos Nogueira Advogados Associados: http://twitter.com/mnogueirajus


A simetria entre Blogs e Twitter

12/02/2009

Desde que ingressei no Twitter, ando pensando na relação entre esta crescente rede social e os já tradicionais blogs, especialmente os jurídicos. Seriam estes serviços rivais? Em um primeiro momento pode-se pensar que sim, na medida que é muito mais fácil acompanhar alguém pelo Twitter do que por um Blog, mesmo que seja via RSS.

Confesso que venho atualizado o Twitter com mais frequência do que o Blog, mas isso não quer dizer que abandonei um serviço pelo outro. Para pequenos posts, com links para matérias interessantes ou indicações de comentários alheios, o Twitter é muito mais apropriado, tendo em vista sua facilidade, praticidade e informalidade.

Por outro lado, grande parte das mensagens no Twitter, e suas indecifráveis tinyurl´s, redirecionam para um Blog, onde a idéia central do tweet é dissecada e analisada com a eloquência necessária; algo inviável em apenas 140 caracteres.

A grande verdade é que os serviços possuem uma simetria e complementaridade quase perfeitas.

Para aqueles que utilizam o Twitter de forma séria e profissional, é fundamental que tenham um Blog dando suporte aos seus tweets. Em uma analogia interessante feita por Kevin O´Keefe, sem um Blog, sobre o que as pessoas vão falar sobre você no Twitter? Que é um cara legal? Sem um Blog, qual o link que irá colocar no seu perfil do Twitter? Sua firma de advocacia? Típico e chato…

Portanto, Blog + Twitter + TwitterFeed = excelente forma de de divulgar suas idéias e ampliar seu reconhecimento no mercado.


Webinar: How Lawyers Can Grow Billings Using Online Networks and Internet Market

10/02/2009

Autor: Scott Lichtman – The Virtual Handshake Blog


Aumento de lides envolvendo a Web 2.0

09/02/2009

Processos envolvendo redes sociais não são um privilégio do Orkut.

Tenha acesso a interessante estudo do San Francisco Chronicle aqui.


Seleção de Podcasts Jurídicos Estrangeiros

06/02/2009

Sou um ávido consumidor de podcasts. Com o aumento da venda de smartphones e aparelhos de mp3, principalmente iPhones e iPods, o podcast tornou-se uma excelente mídia de entretenimento, informação e desenvolvimento profissional. Enquanto a lista de podcasts na área de tecnologia é extensa, com menção honrosa à rede TWiT de Leo Laporte, só agora os podcasts jurídicos começam a se popularizar.

Abaixo relaciono alguns que estão sempre presentes no meu iPhone.

1) Legal Talk Network – Lawyer 2 Lawyer: Principal atração da famosa rede Legal Talk Network, Lawyer 2 Lawyer é um podcast dedicado a análises de atualidades no mundo jurídico, sempre com pitadas interessantes e relevantes de tecnologia;

2) Legal Talk Network – In-House Legal: Podcast dedicado aos advogados que atem dentro de corporações. Apesar de dirigido aos advogados americanos, certamente possui valor para os estrangeiros, servindo como um termômetro do mercado de advocacia in-house;

3) TWiL – This Week In Law: Integrante da excelente rede de netcasts TWiT, o This Week In Law é um podcast dedicado ao enfrentamento de questões polêmicas e atuais envolvendo direito e tecnologia. Particularmente é o meu favorito; com a ressalva de que sua atualização não segue um padrão rígido.

4) ABA – Litigation Podcast: Este podcast da American Bar Association é composto de dicas e táticas para utilização em audiências, julgamentos e sustentações orais. Mais uma vez, é direcionado ao advogado militante nos EUA, mas eventualmente poderá ser útil também para a comunidade jurídica brasileira.

Para os usuários de iPhone/iPod, não deixem de assinar os podcasts diretamente no iTunes. Assim, sempre que um novo episódio for lançado, ele será automaticamente baixado e enviado para o seu dispositivo.


565 Advogados para seguir no Twitter

05/02/2009

E a lista não para de crescer!

http://scoop.jdsupra.com/2008/09/articles/law-firm-marketing/145-lawyers-and-legal-professionals-to-follow-on-twitter/


Como usar o Twitter de uma forma mais eficiente

05/02/2009

Saiu um excelente artigo na CNet sobre como usar o Twitter de uma forma mais efetiva. Destaco abaixo as idéias centrais do texto com alguns adendos.

- Retweet:

Viu algum artigo ou notícia interessante disparada por alguém? Que tal repassar para os seus seguidores creditando aquele que enviou o post originalmente? Além do estabelecimento de um elo entre você e o autor inicial, o Retweet aumentará sua popularidade entre aqueles que lhe seguem.

A opção do Retweet é nativa no TweetDeck e na versão web deverá ser feita da seguinte forma: RT @autororiginal: texto enviado

- Ninguém liga para o que você comeu no jantar:

Isto pode ser estendido para informações envolvendo animais de estimação ou colorações capilares. A expressão What are you doing não é pra ser levada ao pé da letra; ainda mais se você tem planos de utilizar o Twitter de forma séria e com fins profissionais. Eventuais colocações de cunho pessoal poderão ter um aspecto lúdico, mas não exagere!

- Responda aos outros usuários.

Não deixe de conversar com alguém que postou algo interessante. Isto fortalece a comunidade e certamente lhe trará maior visibilidade na rede.

- Encontre algo interessante e envie!

Melhor do que a opção do Retweet é você próprio descobrir um texto interessante e enviá-lo ao Twitter. Assim, outros poderão dar Retweet nos seus posts e todos aqueles que receberem, certamente irão querer saber mais sobre você…

Evidentemente, isto vale tanto para usuários comuns como para nós, membros da comunidade jurídica.

Veja o artigo original aqui.


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